Publicado originalmente em 1864, Viagem ao centro da Terra é um dos romances mais famosos de Júlio Verne, considerado um dos pais da ficção científica. Nesta edição adaptada por Claudio Fragata, a obra ganha nova vida para leitores juvenis, mantendo a essência de aventura e ciência que consagrou o autor.
A trama começa com a descoberta de um pergaminho misterioso, escrito em runas antigas, escondido em um livro islandês. A mensagem leva o professor Otto Lidenbrock e seu sobrinho Axel a embarcarem em uma jornada que parte de Hamburgo e os conduz por vulcões adormecidos, cavernas subterrâneas e oceanos escondidos nas entranhas da Terra.
Durante a expedição, os personagens enfrentam perigos inimagináveis e descobertas que desafiam as leis da ciência, misturando elementos reais e imaginários em uma narrativa eletrizante. A obra provoca a curiosidade científica e o espírito aventureiro dos leitores, ao mesmo tempo em que estimula o raciocínio e a imaginação.
Com ilustrações de Laurent Cardon e uma linguagem acessível para o público jovem, esta edição é indicada para leitores a partir de 12 anos e integra o acervo essencial da literatura juvenil.
Júlio Verne
Jules-Gabriel Verne, Júlio Verne, nasceu em Nantes, na França, em 8 de fevereiro de 1828. Sua carreira literária começou em 1862, quando ele foi apresentado por Alexandre Dumas, o pai, ao editor Pierre-Jules Hetzel. O novo escritor aproveitou bem a oportunidade e, com o balonismo em moda na Europa, publicou Cinco semanas em um balão (1863), que fez enorme sucesso. No ano seguinte, veio Viagem ao centro da Terra, que, com Vinte mil léguas submarinas (1870) e A volta ao mundo em oitenta dias (1873), forma a trilogia dos seus melhores livros sobre viagens extraordinárias (os três publicados pela FTD em 2013). A última obra de Verne foi As aventuras da família Raton (FTD, 2023), uma surpresa para seu público, que esperava mais um livro de ficção científica. Júlio Verne morreu em 24 de março de 1905, na cidade francesa de Amiens. Deixou inestimável legado para a literatura universal, sendo consagrado como grande mestre das aventuras de ficção científica, além de precursor de inúmeros inventos da nossa ciência — basta dizer que o genial inventor brasileiro Santos Dumont se inspirou na obra de Verne para construir seus veículos. Cláudio Fragata nasceu em Marília, SP. Aos 17 anos, mudou-se para a capital de São Paulo, para estudar Jornalismo (FAAP). Trabalhou no Jornal da Tarde, nas revistas Globo Ciência, Galileu e Gula. Foi editor da revista infantil Recreio. Desde 2000, escreve livros para crianças e jovens.
Claudio Fragata
Cláudio Fragata nasceu em Marília, SP. Aos 17 anos, mudou-se para a capital de São Paulo, para estudar Jornalismo (FAAP). Trabalhou no Jornal da Tarde, nas revistas Globo Ciência, Galileu e Gula. Foi editor da revista infantil Recreio. Desde 2000, escreve livros para crianças e jovens.
Laurent Cardon
Francês radicado em São Paulo desde 1995, Laurent Cardon ilustrou inúmeros livros e foi premiado pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) pelas obras Sete patinhos na lagoa, de Caio Riter, e Histórias russas e Procura-se Lobo, de Ana Maria Machado. Com Rosa Amanda Strausz, lançou Um nó na cabeça, um dos vencedores do primeiro Prêmio Brasília de Literatura, em 2012. Publicou oito livros de imagem, entre os quais Calma, camaleão! , que deu origem à coleção Que Bicho Sou Eu?. Seu livro Juntos e misturados: uma história de galinhas foi premiado na França e na Eslovênia. Cardon estudou animação em Paris e trabalhou na China, Coreia, Espanha e, como diretor de arte em estúdio de animação, no Vietnã. Atualmente, faz storyboard para cinema.